quarta-feira, 12 de outubro de 2011

-- CRIcriCri --

Uma das maiores frustrações da minha infância/adolescêcia foi descobrir que CÚ não tem acento. Já nã fica tão gostoso e "aliviante" xingar. Logo e veio em mente o pintinho q ñ tinha cu, visto que cú ñ tem acento, mas todo acento tem que ter cu. Mas o trocadilho foi fail, pq seria assento com dois"s" quando se refere a bunda, nosso orgão de sentar. Há!

 
Esse foi meu post, super educativo para vocês crianças que trocaram 
o BOZO por PATATI PATATÁ (medo disso). Se sobrevivemos a Xuxa e Sergio Malandro, eles vão sobreviver aos dois palhaços e a Maiza Juck.
Quando a gente é criança ou pré-adolescente, odiamos quando nos chamam de criança, quando a gente cresce de fato nem liga, por isso:
 
Feliz dia das Crianças para nós!!!
Bora assistir desenho pra comemorar.
QUERO MEU PRESENTE!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

-- ObesiDANE-SE --

Hoje é o dia de não sei o q de OBESIDADE. Uma forma de lembrar os gordinhos que eles são gordinhos.  Mas só pra contrariar(não é pagode), vou falar da turma da salada, GORDINHOS OU NÃO.




 
Vai Travolta! o/


Você esta lá na fila de um self service(isso mesmo, gorda e pobreeee), e tem a sorte da turma da salada esta bem na sua frente. Não sei bem pq a salada vem primeiro na maior parte desses restaurantes, aí o povo para pegando folhinha por folhinha de cada treco verde que tem ali e ainda ficam meia hora temperando(pq, se já é ruim, imagina sem um algo a mais né?) e temperando, que dá vontade de falar: "BOM NÃO FICA BEINN" ou um "come direito pra ver se agiliza ae". Enfim, TURMA DA SALADA, coloquem a mão na consciência, me deixem chegar logo na batata frita.

sábado, 8 de outubro de 2011

-- AquiloÉs --

"Eu queria ter a sua vida", mais um filme com duas pessoas trocando de corpos e descobrindo que a vida que desejava não é tão boa e a que tinha não é tão ruim.
Não é por falta de criatividade que o roteiristas de cinema investem tanto na velha história da "mudança de corpos". Quem nunca desejou estar no corpo de outra pessoa? Quem nunca desejou ter a uma vida diferente. Eu te digo pq esse tipo de história vem sendo repetida pelo cinema: para que possamos aprender que a grama do vizinho pode parecer mais verde, mas necessita dos mesmos cuidados que a sua, ela não ficou verde sozinha e a sua tbm não vai ficar.

As coisas são perfeitas quando estão no papel, idealizadas, na pratica, nada segue em linha reta, o compasso da vida faz curvas. Escolhas são feitas, e quando vc se pega implorando pra ter a vida de outro, é compreesível, visto que superficialmente lhe parece melhor, mas os detalhes, tudo o que passou para chegar até uma posição em tese desejável, você não consegue enxergar. Não sabemos de fato o que estamos pedindo. Existe uma outra forma de desejar ser outra pessoa, que essa sim, não devemos perdoar.

Quando você se olha no espelho, você sabe em detalhes exatamente as opções e as escolhas que fez, sabe que se tornou uma pessoa diferente de acordo com cada uma delas. Quando você se olha e deseja ser outra pessoa, aquele "VOCÊ" que teria sido se tomasse uma decisão diferente, esse tipo de inveja não é perdoável, visto que é algo que esta a seu alcance, e se for algo que não tem mais volta, assuma suas escolhas, busque alternativas e se torne o que deseja ser.

".. All I wanna do is trade this life for something new...
Holding on to what I haven't go..
I thought it felt right but that right was wrong...
... This is not the end, this is not the beginning,
Just a voice like a riot rocking every revision..."

Esses filmes, alá "Sessão da tarde" podem parecer idiotas, mas me fazem pensar em Nietzsche, quando disse: "Torna-te aquilo que tu és." O que ele queria dizer com "aquilo"? Esse aquilo não quer dizer uma coisa apenas, somos formados por vários fatores.  Se não depende só de nós mesmos, como vamos ser aquilo que queremos? Devemos ser como massinhas de modelar, tomar forma para nos adaptarmos a situações que surgirem, sem perder nossa essência, só assim conseguiremos "viver" sem nos olhar nos espelho e nos cobrar pelo resto da vida pelo o que deixamos de ser ou pelo que poderíamos, mas nunca fomos.
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